Sentindo o ar quente
Da tarde ensolarada
Tarde de mormaço
Tarde de mormaço
De ponteiros parados
Pensamentos entregues
Á fria indiferença
Indiferença que me devora
Indiferença que me devora
Que me tira a razão
Fazendo-me acreditar
Em firme resolução
Solidão é companheira
Solidão é companheira
Dos meus infortúnios
Sou devorado vivoPela incerteza
Levanto-me, dois passos adiante
Levanto-me, dois passos adiante
Pernas insensíveis não obedecem
Volto a sentar-me na pedra
A espera da noite, de mais um dia.
poema maix linduh Ò.ó




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